Em primeiro ação política realizada na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, o PSL do presidente Bolsonaro andará de mãos dadas com o Partido dos Trabalhadores.

Os dois partidos “inimigos declarados” se uniram para buscar ao mínimo 32 assinaturas com o intuíto de organizar a CPI da Dersa, tendo como o alvo prioritário o seu ex Diretor Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, citado pela Polícia Federal como operador financeiro de José Serra e Aloysio Nunes.

A CBN teve acesso em primeira mão ao requerimento de abertura de CPI, que sugere uma comissão de nove deputados, com prazo de 120 dias.

O PSL ficará com a presidência da comissão e a relatoria ficará com o PT, cenário esse que deve se repetir por todo esse mandato, os membros das duas siglas já deixaram claro que farão oposição ao governador Joao Dória, o PT mais radical e o PSL, de acordo com parlamentar recém eleita, fará uma oposição mais “inteligente”.

A chancela presidencial dessa união veio através do deputado federal Eduardo Bolsonaro, que acompanhou de perto a posse e a eleição da mesa diretora na ALESP ontem (15).